A companhia aérea Gol prevê uma redução de 4% a 6% nas decolagens no primeiro semestre de 2016 no mercado doméstico, de acordo com apresentação a investidores publicada pela empresa nesta segunda-feira na Comissão de Valores Mobiliários (CVM).

Segundo o documento, que trata de ajustes na malha doméstica da aérea para se adaptar “à nova realidade do setor” no ano que vem diante da retração econômica, as decolagens somaram 149,5 mil no primeiro semestre de 2015.

O presidente da Gol, Paulo Kakinoff, disse que, pessoalmente, vê o movimento de fusões e aquisições do setor aéreo se intensificando na América Latina, mas que, para a companhia, nenhuma transação está em curso ou visível atualmente.

“A empresa tem um histórico que envolve ações de crescimento inorgânico e a gente olha oportunidades que possam existir. Pessoalmente, acho que elas aparecerão”, disse o executivo em encontro com investidores e analistas nesta segunda-feira. “A posição da empresa é nos mantermos como player importante para aproveitar oportunidades. Nada está em curso ou visível nesse momento.”

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