A direção do Sindicato mente quando afirma que uma denúncia levaria 8 anos para ser processada pelo MPT. 

Diversas denúncias apresentadas, nos últimos 3 anos, ao MPT pela oposição que buscou atuar onde a entidade Sindical se mostrou omissa, já apresentaram resultados:


Barba no check-in:

Em 2015 a oposição apresentou denúncia ao MPT de número (003166 2015 04 000-8) pois os aeroviários estavam impedidos de utilizar barba no check-in.

O MPT chamou a empresa que foi obrigada a realizar o ajustamento da conduta e hoje os trabalhadores não tem mais restrições quanto ao uso da barba.

Sapatilha:

O mesmo aconteceu em decorrência da denúncia de 2016 (004404 2016 04 000-0), em que a oposição questionava a obrigatoriedade das aeroviárias utilizarem sapatos de salto, desconfortáveis e que causaram deiversas lesões às colegas check-in. 

Mais uma vez a intermediação do MPT obrigou a empresa a não exigir este item e fornecer as sapitilhas junto com o uniforme.

Ponto na TAM:

Foi do Coletivo EmLuta a primeira denúncia, de 2016 (004013 2016 04 000 1), sobre o relógio ponto da TAM, em desacordo com a portaria do Ministério do Trabalho (que determina que esses equipamentos forneçam um recibo impresso do registro do ponto).

Com o envolvimento do MPT, a empresa propôs um acordo de pagamento de uma cesta básica como compensação das horas extras por um ano. Como o acordo precisava ser aprovado em assembleia o Sindicato acabou sendo “forçado” a se envolver com o caso.

O período de um ano para a empresa regularizar a situação passou e nada foi feito. Deve ser vantajoso para a LaTam pagar uma cesta básica em vez da hora extra dos trabalhadores.

E mais uma vez, a atual direção, do Sindicato dos Aeroviários de Porto Alegre, nada faz.

 

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