SÃO PAULO – A demanda por passagens aéreas nacionais recuou 5,74% em outubro, a maior retração no mês de outubro desde 2002, quando o setor registrou queda de 9,94%. Os dados foram divulgados na quinta pela Associação Brasileira das Empresas Aéreas (Abear), entidade que reúne as quatro maiores empresas do setor – TAM, Gol, Azul e Avianca – e calcula desde 2012 indicador com resultado bastante similar à série histórica da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), que acompanha o desempenho das aéreas há décadas.

Conforme matéria publicada ontem no jornal O Estado de São Paulo, apesar das perspectivas negativas para a economia brasileira no curto prazo, o País deverá ter o quinto maior mercado do mundo em 20 anos atrás de China, Estados Unidos, Índia e Indonésia. A Iata prevê que o volume de passagens vendidas no País atinja 100 milhões ao ano.

Também segundo a matéria para o professor de Transporte Aéreo da USP, Jorge Leal, o Brasil sente a crise econômica, mas as perspectivas de crescimento para a aviação no longo prazo permanecem. “O potencial para a aviação é imenso. O Brasil ainda tem menos de 1 passageiro por habitante”.

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